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Brasil - Política - 1 de abril de 2020

Sobre a Censura do Conteúdo Democrático no Facebook (Jornal A Nova Democracia, blog Servir ao Povo, Nova Cultura e outros)

Não é novidade que o Facebook, além de ambiente extremamente vigiado, há tempos limita o acesso — ou mesmo censuram — aos blogs e sites que divulgam conteúdo democrático e marxista.

Para citar alguns dos citados blogs e sites, além da Nova Cultura — cuja censura tomei conhecimento enquanto escrevo essas linhas –, temos o Dazibao Rojo, Maoist Road, o blog Servir ao Povo e até o Jornal A Nova Democracia.

O que isso tudo significa?

Que, como sempre, há — para a reação — dois comunismos. Um dele propaga as estratégias e as análises que ameaçam os reacionários e os imperialistas pelo mundo; o outro, usa esta rede social para campanhas eleitorais e tudo que entorpece e anestesia a ânsia das massas pelo combate.

Em outras palavras: tal obstáculo à divulgação de linhas combativas de verdade não deve ser visto como problemático, porém, como indicação da justeza de representar que impõe medo nos grandes monopólios da comunicação que representam as ideias burguesas.

Naturalmente, temos nossas discordâncias com muito do conteúdo divulgado pela URC, visto que, por vezes, beira o oportunismo de direita.
Todavia, a censura é sem dúvida um oponente mais formidável que aquilo que o debate e o exemplo podem superar.

Por conseguinte, com esta nota de repúdio, queremos — além de expor uma denúncia — incentivar todo democrata, progressista e marxista brasileiro a seguir na luta, afinal de contas, o Presidente Mao Tsetung já ensinou:

“No que nos diz respeito, quer se trate de um indivíduo, um partido, um exército ou uma escola, julgo que a ausência de ataques do inimigo contra nós é má, porque significa, necessariamente que fazemos causa comum com o inimigo. Se somos atacados pelo inimigo, é bom, porque isto prova que traçamos uma linha de demarcação bem nítida, entre o inimigo e nós. E se ele nos ataca com violência, pintando-nos nas cores negras de denegrindo tudo quanto fazemos, melhor, porque isto prova não só que estabelecemos uma linha de demarcação nítida entre o inimigo e nós, mas ainda que conquistamos êxitos em nosso trabalho.”